
eLe (2012)
“eLe” é um disco de intérprete, no qual Yantó se dedica à interpretação de canções de compositores centrais da música popular brasileira, como Caetano Veloso, Dominguinhos e Gilberto Gil. Lançado ainda sob o nome Lineker, o álbum evidencia sua relação profunda com a tradição da MPB, destacando a expressividade vocal e a construção de sentido por meio da interpretação.
Prod: Yantó, Chicão, Ivan Gomes (FICC / ProAC)
Capa: Gianfranco Briceño, Samuel Profeta
.jpg)
Verão (2016)
Lançado também sob o nome Lineker, “Verão” reúne composições de novos nomes da música brasileira, como Tom Custódio da Luz, Lê Coelho e Juvenil Silva. O EP apresenta um repertório sensível e contemporâneo, funcionando como uma ponte entre a tradição da canção e uma escuta mais atual, já apontando para deslocamentos estéticos futuros.
Prod: Yantó, Chicão
Capa: Gustavo Lemos, Giovanni Pirelli
.jpg)
LINEKER (2016)
“LINEKER” é o último álbum ainda assinado com esse nome, anterior à adoção do nome Yantó. O disco apresenta composições próprias junto a canções de Maria Beraldo, Alexei Alves e Caio Prado, com arranjos que exploram texturas experimentais, variações timbrísticas e vocais, transitando entre o pop contemporâneo e a música experimental. Marca um momento de aprofundamento na pesquisa sonora, com temáticas ligadas a gênero e sexualidade.
Prod: Yantó, Chicão (ProAC)
Capa: Gustavo Lemos, Giovanni Pirelli

São Yantó (2017)
Este EP marca a transição do nome artístico. “São Yantó” articula música eletrônica e composições autorais, consolidando uma nova fase estética. É o primeiro trabalho de Yantó com uma presença mais expressiva da produção eletrônica, na qual assina programações, sintetizadores e beats.
Prod: Yantó, Charles Tixier
Capa: Gustavo Lemos, Yantó
.jpg)
Sítio Arqueológico (2023)
Assinado já apenas como Yantó, “Sítio Arqueológico” aprofunda a relação entre memória, afeto e experimentação sonora. O álbum articula música popular brasileira, pop e música experimental, construindo paisagens sensoriais a partir de vivências pessoais e coletivas, como o período em que o artista retornou à sua cidade natal, Bambuí (MG). Yantó assina a composição de todas as faixas, contando ainda com parcerias com Verônica Bonfim, Guilherme Kafé e Bruna Moraes.
Prod: Yantó, Tó Brandileone (ProAC)
Capa: Gustavo Lemos, Alma Negrot
%20-%20design%20Guilherme%20Kaf%C3%A9%2C%20foto%20Gustavo%20Lemos.jpg)
talho (2024)
Em “talho”, Yantó adota uma abordagem mais íntima e direta, revisitando parte do repertório de “Sítio Arqueológico” e apresentando duas canções inéditas. O disco explora dinâmicas minimalistas, organicidade e sutileza, e conta com violões de Guilherme Kafé e pianos de Chicão.
Prod: Yantó
Capa: Gustavo Lemos, Guilherme Kafé
.jpg)
BOCA ABISSAL (2025)
“BOCA ABISSAL” é a trilha sonora original da obra homônima coreografada por Rafaela Sahyoun para o Balé da Cidade de São Paulo, uma das companhias de dança contemporânea mais importantes do país. Concebido a partir da dramaturgia do movimento e da cena, o álbum articula beats eletrônicos, sintetizadores, camadas vocais e percussões acústicas, criando um organismo sonoro pulsante em diálogo direto com o corpo. O espetáculo estreou no Theatro Municipal de São Paulo e circulou internacionalmente, incluindo temporada no Théâtre de la Ville (Paris), alcançando importantes palcos ao redor do mundo.
Prod: Yantó
Capa: Yantó, Luiz Morana